A Consulta Regional aos Países das Américas para informações atualizadas dos Estados-membros da Organização Mundial de Saúde (OMS) nos entendimentos sobre a Reforma da Arquitetura Global da Saúde contou com Rômulo Paes, coordenador do Centro de Estudos Estratégicos (CEE/Fiocruz), por meio de participação remota, na terça-feira (3/11), como representante do Brasil. Nela também foi apresentado balanço sobre a reforma.
Em sua intervenção, Paes ressaltou a importância da reforma da governança global da saúde enfrentar desigualdades estruturais, sobretudo na distribuição de recursos financeiros e participação dos países nas decisões internacionais.
Para melhorar as perspectivas dos países do Sul Global e em favor de uma arquitetura global “mais equitativa, democrática e eficaz”, Paes mencionou quatro pontos:
- Assegurar aos governos autonomia para definir prioridades e alocar recursos
- A importância da cooperação regional para enfrentar desafios comuns da saúde, principalmente na regulação sanitária, pesquisa e desenvolvimento, produção local de medicamentos e vacinas, compras e preparação para emergência
- Fortalecimento do papel central da OMS na liderança global e governança
- A relevância de uma governança inclusiva
A Região das Américas foi representada também por Francisca Elizabeth Méndez Escobar, embaixadora do México, que fez sua exposição junto a de Paz.
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